“Oiço uma sirene, constantemente” – Tinido, Acufeno, Zumbido ou Tinnitus

Paul Much, baterista com 23 anos da banda Silent War, conta-nos o seu relato de um grave problema auditivo.

Tinido, Acufeno, Zumbido, Tinnitus

O tinido pode variar bastante entre indivíduos, por isso, podem-se encontrar diferentes tipos, os quais variam consideravelmente entre si. Algumas pessoas descrevem os sintomas como um assobio de alta frequência, enquanto outras, ouvem um ruído semelhante a um zumbido ou semelhante ao som de algo a fritar. No entanto, há quem descreva o tinido como batidas semelhantes ao do ritmo do coração, conhecido como zumbido pulsátil. É um problema a que a comunidade de músicos está especialmente sujeita.

Ricardo Soares

ENDORSER DESDE

  • 2007

MARCAS

BANDA(S)

Semana de sensibilização para o tinido 2017

A Semana de Sensibilização para o Tinido é um evento anual mundial que decorre de 6 a 12 de Fevereiro. Esta ação tem a intenção de promover a discussão e a consciência sobre o tinido, um problema a que a comunidade de músicos está especialmente sujeita.

Tinido, Acufeno, Zumbido, Tinnitus

O tinido pode variar bastante entre indivíduos, por isso, podem-se encontrar diferentes tipos, os quais variam consideravelmente entre si. Algumas pessoas descrevem os sintomas como um assobio de alta frequência, enquanto outras, ouvem um ruído semelhante a um zumbido ou semelhante ao som de algo a fritar. No entanto, há quem descreva o tinido como batidas semelhantes ao do ritmo do coração, conhecido como zumbido pulsátil.

Diogo Carvalho

BIOGRAFIA

Diogo Carvalho (Portugal, 1991 ) é um dos mais promissores e versáteis percussionista da actualidade.

A sua vida desde cedo demonstrou que a música era parte do caminho pessoal e profissional a percorrer, para além do seu pai (Ricardo Carvalho) a sua educação passou por escolas como Escola Profissional de Música de Espinho, Academia Nacional e Superior de Orquestra , Berklee College of Music e Codarts Hogeschool voor de Kunsten, onde estudou com nomes como Bart Fermie, Joaquim Alves, Nuno Aroso, Pedro Silva, Rui Gomes, Udo Demandt, Nils Fischer ou Martin Verdonk. Teve também Masterclasses e aulas privadas com nomes como Pedro Carneiro, Manuel Campos, Marcos Cavaleiro, Rainer Seegers, Nancy Zeltsman, Dave Samuels, Lenny Nelson, Alan Vater, Ed Saindon, Sergio Krakowski, Branford Marsalis, Eguie Castrillo, Eliel Lazo, Pedro Martinez, Dafnis Prieto, Paquito González, Trilok Gurtu… entre outros.

Depois de tocar com muitas das principais orquestras portuguesas e trabalhar nos musicais de Filipe Lá Feria, enquanto percussionista multifacetado, Diogo teve a oportunidade de tocar e partilhar palco em diferentes projectos com diferentes artistas, como:
Sara Gonçalves & os Alma, Drumming GP, Carlos Alberto Moniz, Maria da Fé, Bate e Bala, Ana Malhoa, Ney Conceição, Miguel Rubio, Milton Nascimento, Gallowstreet Brass Band, Shirma Rouse, Big Mike, Marcus Miller, Cory Henry... entre outros.

Holanda, Itália, Espanha, França, Alemanha, Inglaterra, Brasil, EUA, Suécia, Bélgica, Polônia… Coliseu do Porto, Aula Magna, CCB, Casa da Música, Meo Arena, Fibes, Bird, Paard van Troje, Miles, De Doelen, Blue Note (Amsterdam), Berklee Performance Center, foram alguns dos Países e Auditórios onde atuou.

Actualmente baseado em Roterdão (NL), durante o North Sea Jazz Festival 2015 Diogo trabalhou enquanto percussionista nas bandas de suporte do North Sea Jazz Club, e no mesmo ano foi convidado para compôr a banda sonora da produção BOMA, do Internacional Dance Theater. Enquanto freelancer destacam-se no último ano os albúms gravados com Azure Hiptronics e com o baterista Jamal Thomas (Maceo Parker) que dá voz á Jamal Thomas Band. Diogo tem desenvolvido um movimento musical e cultural pela Europa central, que se centra em desenvolver a percussão étnica na música portuguesa… no presente, Diogo grava e toca com Guaraché, Dutch Music Community, Diabote e Wojtek Justyna.

Danilo Warick

BIOGRAFIA

Foi em 1993, tinha eu 12 anos, quando me apaixonei pela bateria. Foi amor a 1ª vista numa loja de instrumentos usados em São Paulo.
Porém foram precisos 2 anos para que eu conseguisse convencer os meus pais a deixar entrar uma “coisa daquelas” tão grande e barulhenta dentro de um apartamento onde os vizinhos reclamavam até mesmo do barulho da talevisão!

Enfim, mil e uma técnicas foram utilizadas para melhor abafar o som da nova hóspede e a partir daí, em 1995, e até hoje nunca mais larguei este vício!

Foram inúmeras bandas de originais e covers, centenas de concertos dados em vários países pelo mundo, desde grandes auditórios e festivais ao buraco mais feio e sujo, e 6 álbuns gravados até a data.

Destacam-se os projectos de maior duração: Easyway, Custom Circus (Custom Café), L’Aventure, Monstro e Sacred Sin.

Com Easyway, gravamos 3 álbuns, fizemos inúmeras tours dentro e fora de Portugal e tocámos nas salas e festivais mais emblemáticos do país.

Com o Custom Circus gravei 2 álbuns e ajudei nos arranjos das músicas. Fiz parte de 4 musicais desta companhia de teatro entre 2005 e 2014.

Com os Sacred Sin, em 2000, gravei um álbum e fiz várias tours pela Europa.

L’Aventure e Monstro são projectos novos, ambos em processo de promoção do 1º álbum. Vale a pena ver e ouvir!

Guardo comigo uma frase dita no filme “Whiplash” no qual me identifico bastante:

- Um músico nunca se aposenta.

E assim será...

Zé Pedro

ENDORSER DESDE

  • 2009

MARCAS

BANDA(S)

  • Xutos & Pontapés
  • Ladrões do Tempo

BIOGRAFIA

Filho de um militar, José Pedro Amaro dos Santos Reis, seu nome completo, nasceu na noite do dia 13 de Setembro de 1956, na ala do exército do Hospital da Estrela, em Lisboa.

Zé Pedro fundou os Xutos ao colocar um anúncio no jornal: "Baterista e baixista precisam-se para grupo punk". Zé Pedro é conhecido pela sua enorme alegria em cima do palco e fora dele.

Apesar de ser o guitarrista ritmo da banda, ele é considerado um ícone para o rock português, e é compositor de alguns clássicos dos Xutos como "Submissão" (onde participa como vocalista), e "Não Sou o Único".

Em meados dos anos 90, durante uma pausa dos Xutos, participou em conjunto com o colega de banda, Kalú, na banda de Jorge Palma, Palma’s Gang.

Em 2004, teve uma participação especial no filme Sorte Nula, de Fernando Fragata, tendo interpretado um recluso evadido. Foi a sua banda, Xutos & Pontapés, que fez a banda sonora desse mesmo filme.

Em 2007, uma das suas irmãs, Helena Reis lançou um livro com o nome "Não Sou o Único" que conta toda a vida do guitarrista.

Actualmente, Zé Pedro é também DJ e tem uma rubrica na rádio Radar.

Em 2011 forma o supergrupo Ladrões Do Tempo com Tó Trips (Dead Combo), Pedro Gonçalves (Dead Combo), Samuel Palitos (ex-Censurados) e Paulo Franco (Os Dias De Raiva e Dapunksportif). Esta banda iria surgir no álbum Convidado: Zé Pedro, editado em 2011 por Zé Pedro, com o tema "Mora Na Filosofia"

30 de novembro de 2017, Para sempre, Zé Pedro.

Zé Nabo

ENDORSER DESDE

  • 2009

MARCAS

BANDA(S)

  • Rui Veloso
  • Led On

Wilson Silva

ARTISTA INTERNACIONAL ZILDJIAN

ENDORSER DESDE

  • 2010

MARCAS

BANDA(S)

  • More Than A Thousand
  • União das Tribos

BIOGRAFIA

Wilson Silva teve o seu primeiro par de baquetas quando tinha 8 anos, a sua paixão pela bateria começou quando os seus pais lhe compraram a sua primeira bateria de brinquedo. Foi auto-didacta: tocando a ouvir discos de bandas como Queen, Slipknot e Nirvana. A sua versatilidade permite-lhe mudar de rock/heavy para pop com intensidade, um groove profundo e a sensibilidade e tato de um compositor. O seu estilo é influenciado por grandes bateristas tais como John Otto, Roger Taylor, Joey Jordisson e Dave Grohl.

Nascido em Lisboa, foi onde teve o seu inicio na cena musical, começou a atuar publicamente aos 11 anos, tocando em várias bandas locais até ter encontrado uma casa permanente na banda More Than a Thousand. O último álbum “Lost at Home” foi gravado nos E.U.A. e assinado pela editora major, Good Fight, Entertainment One.

Viajou para mais de 18 países, fazendo mais de 1200 espetáculos e teve o prazer de partilhar palcos com um número de artistas importantes tais como Metallica, Papa Roach, Stone Sour, Ill Niño, Parkway Drive, Mastodon, Megadeth, Kreator e uma tour de suporte com os 30 Seconds to Mars.

Quando não está em tourné pelo mundo, Wilson tem uma agenda bastante restrita e ocupada. Tem o seu próprio estúdio de gravação, trabalha como compositor, produtor e engenheiro de som. Wilson também dá aulas de bateria privadas a músicos iniciantes, intermédios e avançados.

Mas, tocar ao vivo é uma das maiores alegrias para Wilson e é óbvio para quem o observar em palco que ele adora o que faz, Wilson é conhecido pelo ataque poderoso atrás da bateria e pela sua boa disposição fora de palco.

Wilson é um músico jovem excepcionalmente talentoso e dedicado a tocar com o melhor material, demonstrando grande musicalidade e profissionalismo.

“Estou extremamente feliz e para além de satisfeito por fazer parte da família Zildjian.”

Urbano Oliveira

ENDORSER DESDE

  • 2010

MARCAS

BANDA(S)

  • Independente

EDUCAÇÃO

  • Responsável pelo projecto "Recreational Musik Making"

BIOGRAFIA

Nascido em Lisboa, Urbano Oliveira iniciou a sua carreira aos 17 anos, como baterista no grupo de música rock "OS GATOS NEGROS".

No princípio dos anos 70 esteve em Angola onde tocou bateria e percussão com grupos de música africana, onde se destacou com o grupo "A NAVE ".

Frequentou a escola do Hot Clube de Portugal, do qual é membro desde 1967, tendo tocado e gravado, em 1978, com a primeira Big Band formada no Clube.

Na Drummers Collective, em New York, teve lições privadas sobre "concepções da bateria contemporânea", com Michael Lauren, Frank Katz, Chris Lacinac, Peter Retzlaff, entre outros.

Esteve também em Cuba/Havana, "CENTRO DE INVESTIGACON Y DESARROLLO DE LA MÚSICA CUBANA" (Afro-Cubano), Escócia/Glasgow, (Pipe & Drums), EUA/Boston (Fife & Drums) onde adquiriu conhecimentos sobre estilos e métodos de ensino.

Participou em Master Class ou Workshops com: Rod Morgenstein, Alex Acuña, Gordy Knudtson, Marco Minnemann, Bill Stewart, Mike Portnoy, Chester Thompson, Jim Chapin, Michael Lauren, Horacio Hernandez (El Negro), Giovanni Fidalgo, Dom Famularo, entre outros.

Pela sua larga experiência e excepcional versatilidade participou em diversos festivais e concertos e gravou com grupos e cantores nos mais variados estilos e ritmos: Rock, Jazz, Funk, Afro, Brasileiro, Reggae, Pop, com Rui Veloso, Fernando Tordo, Herman José, Maestro Segundo Galarza, Maestro José Calvário, Maestro Jorge Machado entre muitos outros.

Esteve também em Cuba/Havana, "CENTRO DE INVESTIGACON Y DESARROLLO DE LA MÚSICA CUBANA" (Afro-Cubano), Escócia/Glasgow, (Pipe & Drums), EUA/Boston (Fife & Drums) onde adquiriu conhecimentos sobre estilos e métodos de ensino.

Participou em Master Class ou Workshops com: Rod Morgenstein, Alex Acuña, Gordy Knudtson, Marco Minnemann, Bill Stewart, Mike Portnoy, Chester Thompson, Jim Chapin, Michael Lauren, Horacio Hernandez (El Negro), Giovanni Fidalgo, Dom Famularo, entre outros.

Tem quatro publicações didácticas, dois livros com títulos
"INICIAÇÃO AO ESTUDO DA BATERIA,
"RUDIMENTOS E SOLOS PRELIMINARES PARA TAROLA/CAIXA/SNARE DRUM",
o CD "APRENDE A TOCAR ROCK BÁSICO",
o vídeo "PERCUSSÃO PARA TODOS" E O CD "PEOPLE N´DRUMS".

Actualmente lidera o seu próprio grupo e toca com o grupo CORUBAL BAND da Guiné-Bissau.

Desde 1996, realiza também, por todo o País, Workshops, Acções de Formação e Seminários sobre o estudo da bateria e dos tambores.Também se desloca a várias localidades para lições privadas.

É membro do PAS-Pecussive Arts Society e da Associação Portuguesa de Musicoterapia.

Responsável e precursor do projecto Recreational Musik Making em Portugal desenvolve um trabalho para todas as idades no âmbito da educação, "ocupação de tempos livres", com grupos sociais e empresarias, e na esfera da musicoterapia. Directamente apoiado por vários músicos americanos. Participou na "Rhythical Alchemy Playshop" de Arthur Hull, - Village Music Circles, - no Facilitation Skill e no "Group Empowerment Drummig" com Dr Barry Bittman, MD e Christine Stevens, MA, MSW, MT-BC.